Conheça o estudo sobre métricas e dados de atendimento e vendas por WhatsApp de 2022

Descubra como a Studio Z está alavancando suas vendas digitais

Studio Z: fachada de loja.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest

O que você vai ler

A história do comércio eletrônico começou em 1979, quando Michel Aldrich criou um sistema que permitia a realização de transações entre consumidores e empresas (E-Commerce Brasil, 2011). Nessa mesma década, alguns poucos anos antes, em 1975, nascia a primeira loja do Grupo Calcenter, responsável pela empresa Studio Z. Na época, o Brasil sequer possuía internet e realizar vendas por esse meio em território nacional era algo totalmente inimaginável.

Em 1990 foi criada a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, e o objetivo desse empreendimento era justamente criar a infraestrutura para os serviços de internet na país. Porém, a evolução brasileira foi rápida. Em 1996 foram lançados grandes portais e em 1998 já estávamos entre os 20 países com mais número de hosts do mundo.

Durante os anos seguintes o crescimento somente aumentou e o comércio eletrônico (e-commerce) não somente tomou forma, mas passou a representar parcela expressiva do mercado econômico brasileiro. Em 2019, o e-commerce faturou R$75 bilhões somente no Brasil (E-Commerce Brasil, 2020). Porém, a evolução não para nesse ponto.

Com as constantes evoluções tecnológicas, as empresas buscam, cada vez mais, modernizar as suas vendas. E o e-commerce, que em 1979 era apenas uma ideia saindo do papel, hoje já começa a dar lugar a novas formas de vendas, como é o caso do chat-commerce.

Percebendo essa tendência, empresas como a Studio Z, a maior rede de lojas de calçados de autosserviço do Brasil, já estão modernizando as suas vendas. Afinal, o mundo evoluiu e as compras também.

A Studio Z

Empresa tem uma proposta sólida: vender calçados diversos para públicos diversos. Com uma grande variedade de produtos, para diferentes tipos de clientes, hoje a empresa possui cerca de 50 mil clientes ativos diariamente. Além disso, são quase 100 lojas em 15 estados brasileiros. A rede de calçados é uma das grandes varejistas nacionais e atua no mercado há mais de 40 anos.

Studio Z Calçados é não somente “mais uma loja de calçados”, mas uma loja cujo principal diferencial é o autosserviço. Lojas que adotam esse tipo de conceito basicamente gostam de fortalecer autonomia aos cliente. Afinal, a ideia é que os consumidores tenham a liberdade de escolher os produtos que mais lhes agradam e os vendedores ficam à disposição para tirar dúvidas ou ajudar somente quando solicitados.

A estratégia digital que a empresa está adotando para incrementar suas vendas não poderia ser linha diferente. Através do chat-commerce é possível oferecer uma autonomia similar para os clientes, afinal, nesse modelo de negócios o consumidor também possui total autonomia.

O chat-commerce

A estratégia digital que a empresa escolheu para ajudar a crescer e evoluir seu segmento digital é o chamado “chat-commerce”. Esse modelo de negócios aproveita uma tendência de mercado que há alguns anos têm tido grande representatividade não somente no Brasil, mas também em todo o mundo.

De acordo com o WhatsApp, são mais de 2 bilhões de pessoas utilizando o aplicativode chat da empresa em todo o globo. Ademais, a atuação desse aplicativo de conversas mobile é presente em mais de 180 países (WhatsApp, 2020). A partir da análise desses dados é fácil perceber que as pessoas estão, cada vez mais, utilizando seus celulares para se comunicar com parentes e amigos.

Mas, o uso dos aplicativos de chat não deve se restringir somente a isso. Uma das grandes tendências dos mercados em todo o mundo é a evolução dos chamados “SuperApps”. Na China, por exemplo, eles já são uma realidade. O WeChat é um aplicativo que, de modo similar ao WhatsApp, oferece aos usuários a possibilidade de se conectarem via chat.

O aplicativo, que iniciou como um mensageiro, tornou-se um dos mais populares exemplares de SuperApp do mundo. Afinal, hoje é possível até mesmo fazer pagamentos, solicitar transporte ou reservar vôos diretamente no mesmo aplicativo.

Nesse sentido, o chat-commerce é a evolução do e-commerce. Se antes o consumidor ia até a loja física escolher seu produtos ou acessava algum e-commerce, agora a tendência mudou. O cliente não quer somente entrar em um site e escolher um produto. Muitas vezes existem dúvidas e o vendedor, tão comum nas lojas físicas, faz falta. Percebendo essa necessidade do mercado o chat-commerce ajuda a transformar vendedores de lojas físicas em vendedores digitais, e o melhor, tudo isso diretamente em um dos canais que o brasileiro mais utiliza.

OmniChat

No Brasil, a líder no setor é a startup OmniChat, que tem ajudado grandes varejistas nacionais a fortalecerem suas marcas, melhorarem a relação com seus clientes e, como consequência, vender mais. Para a Studio Z, que já praticava nas lojas físicas a autonomia dos consumidores, os resultados não poderiam ser melhores. O gerente de e-commerce da marca, Heberton Hoffmann, reforça essa verdade: “quanto aos resultados, além da da possibilidade de otimização de mão de obra disponível, o Omnichat está permitindo alcançar novos clientes e incrementar nossos resultados”.

Visão de futuro para o e-commerce

Evolução é uma constante entre as grandes marcas do varejo nacional, afinal, esse é um dos pontos mais importantes para garantir o local de destaque que cada uma delas ocupa no cenário brasileiro. Diante disso, entendendo a importância dos canais de chat enquanto pilares de crescimento e futuro, os planos da Studio Z não poderiam ser diferentes. Sobre o uso das ferramentas de chat-commerce, Heberton Hoffman afirma: “nossa expectativa com a solução Omnichat é fortalecer e ampliar o uso tornando-o um canal de vendas definitivo. Por ser um canal digital, abrem-se possibilidades de gestão e interação com o cliente que até então não existiam”.

A possibilidade de gestão focada e atendimento aos clientes em tempo real é um dos grandes motivos que fazem com que a varejista entenda que o futuro pode não somente ser representativo em vendas, mas principalmente, deve ser simples. Afinal, hoje as vendas não estão mais a um clique, mas sim a uma simples mensagem de distância.

Notícias Relacionadas